By Jordan Maclkey
*informações: ONU,FBI e outras fontes.
A presença portuguesa nos Estados Unidos da América remonta a 1850, quando
muitos portugueses participaram na corrida ao ouro e na fundação de colónias
agrícolas na minha querida Califórnia. Os negócios ligados à pesca da baleia
contribuíram igualmente para uma grande vaga de emigração.
Nas duas primeiras décadas do século XX emigraram para os EUA cerca de 130.000
portugueses. De 1900 a 1914, esse número representou 16,7% da emigração. Em 1916
e 1920 a percentagem aumentou para 46,3% e 37,3%, respectivamente. Os anos 30 e
40 registam um acentuado decréscimo (11.372), motivado pela criação de quotas de
emigração, pela grande recessão e pela instabilidade mundial. A partir de meados
dos anos 50 (Vulcão dos Capelinhos) e nos anos 60, a emigração para a América
torna a aumentar, sendo que, de 1960 a 1990, os EUA receberam, segundo números
oficiais, 218.541 portugueses. O último censo americano, datado de 2006, indica
um total de 1.491.326 portugueses e luso-americanos a residir nos EUA.
A grande maioria dos membros da comunidade portuguesa trabalha por conta de
outrem, na indústria, sendo já considerável o número daqueles que trabalham nos
serviços e se destacam na área científica, no ensino e nas artes. Existe um
número significativo de profissionais liberais.
Há, neste momento, cerca de 95 cidadãos portugueses ou lusodescendentes eleitos
a exercerem actividade política.
Existem nos Estados Unidos da América 385 colectividades portuguesas e
luso-americanas, compreendendo associações recreativas e culturais, clubes
desportivos e sociais, fundações para a educação, bibliotecas, grupos de teatro,
bandas filarmónicas, ranchos folclóricos, sociedades de beneficência e
religiosas e casas regionais.
Portugal tem, actualmente, Consulados Gerais em Boston, Nova Iorque, Newark e S.
Francisco, Consulados em New Bedford e Providence e uma Secção Consular na
Embaixada de Portugal em Washington.
fique bem,
Jordan